.

Ele ou ela? Pouco importa.

28-07-2015

Blog 082

O filme "Uma nova amiga", de François Ozon, foi uma grata surpresa na tarde da última segunda-feira. Perdoem-me os que detestam as segundas, mas acredito que o dia tenha lá seus encantos, como, por exemplo, uma tarde de cinema, com muita tranquilidade e lugares sobrando. Imagina que sua amiga de toda a vida morra e você assuma a responsabilidade de cuidar do viúvo e da filha do casal. Mas...digamos que o viúvo esconda um grande segredo que você jamais poderia imaginar. Senti que o diretor não quis tanto falar do tal segredo, mas sim, provocar com a diversidade de gêneros existente hoje no planeta. É homem, é mulher, é gay, é travesti? Pouco importa o nome. O negócio é ser feliz. François Ozon também dá uma lição para funcionários da área de saúde, sejam eles remunerados ou voluntários. "Entrar na pele", resgatar a identidade de um paciente, tratá-lo com respeito pode levar à cura. Se você tem um ente querido que se encontra hospitalizado, até mesmo, em coma, e conhece um apelido ou nome pelo qual a pessoa gosta se ser chamada não hesite em tratá-la desta forma. Exemplo: a pessoa foi registrada como João, mas adotou o nome de Virgínia durante sua vida; chame-a de Virgínia, ainda que pareça que ela está dormindo profundamente e não pode entender.

 

 

 

 

.

Sobre Flávia

flávia-new siteFlávia Vasconcellos já viu reis e rainhas, é jornalista, editora-chefe e colunista do site Falando de Moda.
Saiba mais...

Parceiros

banneratalhocultura120