.

Falando de cinema

30-01-2015

Blog-073

Até esta semana, sentia que o ano ainda não havia começado. Ihh, Vascota, tá atrasada, já estamos quase no final de janeiro. Eu sei, mas a questão do tempo é muito pessoal e, até mesmo, misteriosa. Há cientistas geniais como Stephen Hawking que se dedicam a estudar o tempo. Começa agora a corrida para o Oscar 2015, quando os filmes concorrentes começam a chegar às telas de cinema. Lembrando que a premiação será no dia 22 de fevereiro. Assisti nesta sexta-feira à brilhante atuação de Eddie Redmayne como o físico Stephen Hawking em "A teoria de tudo". Não é um filme brilhante, embora esteja indicado em 5 categorias: melhor filme, ator, atriz, trilha sonora e roteiro adaptado. Eddie Redmayne chega a "incomodar" de tanta perfeição na pele do cientista Stephen Hawking: desde a descoberta de uma doença motora degenerativa, aos 21 anos, até a maturidade do físico. Eddie representa o cientista durante toda a passagem do tempo, não há trocas de atores como em alguns filmes. A esclerose lateral amiotrófica tirou os movimentos de Stephen, assim como sua fala. No entanto, Jane Wilde, sua esposa, representada por Felicity Jones (muita boa, mas não excelente no papel), quis casar-se de livre e espontânea vontade, e assim se manteve por 30 anos ao lado de Hawking com direito a 3 filhos. O filme retrata mais o relacionamento de Stephen e Jane do que as brilhantes descobertas do cientista. Durante as décadas representadas no filme, vemos a clara decadência física de Stephen Hawking e o fim de um amor. Na vida real, Stephen se casa com uma enfermeira, com quem fica por 11 anos, separando-se sob suspeitas de que ela o maltratava. Jane se casa com um membro do coral da igreja que frequentava. 

 

 

 

 

.

Sobre Flávia

flávia-new siteFlávia Vasconcellos já viu reis e rainhas, é jornalista, editora-chefe e colunista do site Falando de Moda.
Saiba mais...

Parceiros

banneratalhocultura120