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O carioca e o comportamento no cinema

22-5-2012

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Finalmente, fui assistir a "Sete dias com Marilyn". Embora não seja fã de Michelle Williams, sua interpretação de Marilyn Monroe está primorosa. Todavia, o que mais me impressiona a cada vez que vou ao cinema é o comportamento do carioca. Fui ver o filme em um cinema perto de casa, onde simplesmente mora uma gata de nome Catarina. O bichano já me apareceu algumas vezes e, quando isso ocorre, não percebo a mínima preocupação dos funcionários em retirar o gato dali. Certa feita, cheguei a ouvir: Ela mora aqui há 11 anos. Quase respondi: E eu moro no bairro há 12, portanto cheguei primeiro. Hoje, Catarina não deu o ar da graça, em compensação avistei uma senhora instalada no assento que havia escolhido. Mostrando meu ingresso, solicitei que a espectadora me cedesse o lugar. A senhora passou, então, à cadeira do lado. Não entendi ao certo se foi uma forma de protesto, na verdade, não me pareceu, mas a questão é que minha "colega" repetia determinadas falas do filme ao pé do meu ouvido. O comportamento do carioca no cinema é, ou não é, peculiar?

 

 

As vantagens do mau atendimento ao cliente

14-05-2012

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O mau atendimento no Rio é uma constante. Ih, Vasco, você já falou tanto disso aqui...Concordo, mas desta vez trago novidades. Descobri às véspera do dia das mães, época em que os vendedores deveriam estar atentíssimos ao cliente, que o mau atendimento no comércio do Rio tem lá suas vantagens. Saí aliviada de uma loja na semana passada, pois percebi que o mau atendimento me leva a comprar menos. Isto é, deixei a loja sem gastar um tostão, como se dizia antigamente. Perguntei pela moça que sempre me atendia e fui informada de que não trabalhava mais na loja. A vendedora que a substituiu não fez a mínima questão de se empenhar para me atender bem, por isso resolvi não gastar meu dinheiro naquele dia. Lembro a frase de Sam Walton, fundador do Wal-Mart: "O cliente pode demitir qualquer pessoa ao longo da estrutura, da mais humilde a mais importante figura de poder, simplesmente gastando seu dinheiro em outro lugar". Ah, se nós brasileiros praticássemos o ensinamento de Sam Walton...Muitos estabelecimentos comerciais já teriam fechado as portas há tempos.

Fiorucci em Florianópolis

22-04-2012

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Estar na moda é, acima de tudo, estar bem informado. Enquanto os cariocas começam a semana descansando no feriado de São Jorge, Florianópolis recebe o empresário italiano Elio Fiorucci, da grife que leva seu nome,  para uma palestra aberta ao público. Será nesta segunda-feira, dia 23 de abril, às 16h, na Fundação Cultural Badesc. Info: (48) 3321-8301. No dia 24/04, terça-feira, Elio Fiorucci participa de workshop com alunos do curso de moda da Udesc, a Universidade do Estado de Santa Catarina.

 

Susto expresso

14-03-2012

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Tenho me assustado fácil. Assim como me assustei com o menino em cima de uma árvore (ver edição 414), ando horrorizada com o preço do café expresso no Rio. Também pudera, Vasco, você só quer tomar café em lugar chique. Quem dera...Há poucos anos, convidar um amigo para um café era um programa praticamente banal, ainda mais para quem não bebe álcool. Hoje em dia, chego a dizer que tomar um expresso com um amigo muito em breve se tornará algo fora de moda. Pagar quase 10 reais por 2 cafés e ser mal atendido (como acontece em muitos restaurantes do Rio) não tem nada de "moderninho" ou vanguarda.

 

Cansada de ser boa moça

24-03-2012

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Cabelos curtos ou compridos? Na próxima novela das 21h, Débora Falabella aparecerá em duas versões: cabelos curtos e compridos(com a ajuda de apliques). Foi-se o tempo em que perucas e apliques eram considerados artificiais demais, até mesmo, coisa de vovó. Hoje em dia, quem usa não esconde. Já pensou aparecer na frente daquele namorado que não te deu valor de cabelos curtos e compridos no mesmo dia? No mínimo, o moço pensaria se tratar de uma aparição, ou de um efeito 3-D saído das telas de cinema. Os apliques e perucas servem para isso: para brincar, para se vingar, para impressionar. Se fosse para mudar carregando uma peruca ou aplique, que papel vocês interpretariam? Cansada de ser boa moça, com certeza eu faria a vilã.

 

 

 

 

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Sobre Flávia

flávia-new siteFlávia Vasconcellos já viu reis e rainhas, é jornalista, editora-chefe e colunista do site Falando de Moda.
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