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Edição 398

coluna-398-01Caí de paraquedas em uma festa de aniversário. Como enfrentamos o mundo cão no cotidiano(os jornalistas de moda incluídos, pois a moda não pode ser dissociada do que acontece no mundo), de vez em quando almoçar num "lugarzinho melhor" faz bem à saúde , principalmente, à alma. Na última sexta-feira, tirei folga e fui para o Rio Design e Shopping Leblon(um fica em frente ao outro). Primeiro, almocei no Joe e Leo´s e depois parti para as pesquisas de campo(até em dia de folga, a gente fica atento a tudo). Ao chegar ao restaurante, fui informada de que haveria uma festinha para crianças. Nada contra crianças e tudo o que as envolve, tanto que o dono da festa até me perguntou, quando levantei para ir embora: "- Não vai ficar para a festa?". Respondi que, se pudesse, até ficava, mas como tinha compromisso, deveria partir. Nesta edição, impressões sobre o período pré-natalino, os cariocas e suas modas.

 

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 1) Assim que chegavam à festinha da menina de 9 anos, os convidados perguntavam ao pai da aniversariante: "- Cadê a fulana?". Entendi que a fulana seria esposa do homem e mãe da aniversariante. Calmamente, o dono da festa respondia: "- Está no cabeleireiro". Confesso que acho isso fora de moda. Se marcou com alguém às 4h da tarde, vá ao cabeleireiro pela manhã. Se marcou um café-da-manhã, vá na véspera. Pelo amor de Deus, não me convidem para confraternizações natalinas ou outro tipo de evento e me façam esperar com a desculpa de que "ainda estou no cabeleireiro". Frequento salões desde criança, portanto sei o quanto pode demorar, o quanto algo pode dar errado, com isso aprendi com os anos a marcar horário no salão com muita antecedência, quando tenho compromisso. Neste esquema: compromisso pela manhã, salão na véspera; compromisso à tarde ou à noite, salão pela manhã, de preferência nos primeiros horários.

 

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2) Após a espera, chegaram a aniversariante e sua mãe, achei esta última mais simples do que a filha que completava 9 anos. Não se espante: as crianças hoje em dia se maquiam, se penteiam, pintam as unhas para os eventos. Parecem mini adultos.

 

 

 

 

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3) Nunca fui fã da árvore de Natal da Lagoa, mas tenho que admitir duas coisas: 1-este ano, achei a árvore linda, com imagens de laços; 2- sair de qualquer bairro para ir fotografar a tal árvore continua super na moda, tanto que no último sábado, com chuva e frio, mais parecia inverno, lá estavam milhares de cariocas na Lagoa excursionando para ver de perto a árvore.

 

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4) A decoração de Natal do banco Itaú, esquina das ruas Visconde de Pirajá e Joana Angélica, em Ipanema, me levou às lágrimas. Conta outra, Vasco, chorar só porque viu Papai Noel? Não foi exatamente o Papai Noel que me fez chorar, estou encantada com os bichinhos de pelúcia que circundam o Papai Noel no local.

 

 

5) Se pudermos esperar até o dia 26 de dezembro para fazer compras, ótimo; do contrário, ou seja, se a ansiedade for muita, que busquemos coisas interessantes possíveis de acabar até lá. Difícil resistir aos kits da Loungerie. O melhor são os preços: a partir de R$ 29,00. Logo que a Loungerie chegou ao Rio, não caí de amores, mas atualmente tenho achado as peças muito confortáveis e estilosas.

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6) Entrei na Dermage para comprar um presente e acabei me dando de presente o Improve-fluido revitalizante para o corpo. Valeu o investimento, usei no último domingo e deixou a pele uma seda.

 

 

 

 

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7) O comércio de rua abriu neste último domingo, mas engraçado...acho que os cariocas não têm o hábito de comprar em lojas de rua aos domingos. Mesmo no bairro de Ipanema, super ligado à moda, a maioria das lojas estava vazia na hora do almoço.

 

 

 

Terça-feira é o dia de nosso encontro marcado. Tchau e até lá!

 

 

 

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Sobre Flávia

flávia-new siteFlávia Vasconcellos já viu reis e rainhas, é jornalista, editora-chefe e colunista do site Falando de Moda.
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